quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ALEMANHA PROIBE EMPREGADORES DE TER ACESSO A FACE BOOK DE EMPREGADOS

Na Alemanha, foi aprovada uma lei que proíbe o acesso dos empregadores ao dados pessoais disponibilizados no Facebook  pelos candidatos a emprego.

Transcreve-se, abaixo, a notícia do JORNAL DE NEGÓCIOS . Como garantir, no entanto, que os empregadores não acedem à informação qeu os candidadtos disponibilizam na internet, voluntariamente? O
Não creio eu possa garantir-se, nem o acesso, nem a utilização dessa informação no momento de decidir pelo perfil de tranbalhador mais conveniente para a empresa.

O que acontecerá, seguramente, é que essa informação continuará a ser utilizada, preterindo-se ou escolhendo-se o candidato de acordo, também, com esses elementos, que  passarão a não ser indicados como fundamento da decisão.


Aqui está, então, a notícia:

LEI FACEBOOK APROVADA ONTEM, PROTEGE OS CANDIDATOS A EMPREGOS QUE USEM AS REDES SOCIAIS»

A partir de Outubro, na Alemanha, as chefias das empresas deixarão de poder aceder à informação dos candidatos a empregos. Dados como orientação sexual, convicções políticas, estado civil e ‘hobbies' passam a estar vedados, uma decisão que faz parte do projecto de lei aprovado ontem em Conselho de Ministros.

A lei de protecção de dados, também conhecida como "Lei do Facebook", tem como objectivo impedir os empregadores de utilizarem informação e dados pessoais da população veiculados em redes sociais, como o Facebook, na tomada de decisões sobre a contratação de um candidato a um posto de trabalho.

As empresas só poderão, a partir de agora, procurar informação sobre os candidatos através de redes profissionais onde estejam presentes, como o LinkedIn.

Além de não ser consensual, a lei poderá também não ser 100% eficiente. Apesar das medidas de privacidade permitirem esconder informação privilegiada do público no geral, segundo os especialistas, há o risco de os patrões criarem perfis fictícios e enviarem pedidos de amizade virtuais, ficando assim a conhecer os hábitos dos candidatos a colaboradores.

Outro problema reside na dificuldade em provar que a não contratação foi resultado da informação vista na rede social, ou mera desadequação de perfil»


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