quinta-feira, 14 de maio de 2015

bullying - a propósito de um caso real

As duas agressoras do jovem da Figueira da Foz cujo vídeo está a circular nas redes sociais estão a ser alvo de ameaças, insultos e até cartazes com a divulgação da sua fotografia e palavras de ordem como “procuram-se: mortas ou vivas”. Uma incitação à violência que não ajuda a resolver o problema e “só gera mais violência”, alertam os especialistas ouvidos pelo SOL.
“O modelo de agressão-retaliação tem feito muito caminho na nossa sociedade. Infelizmente, perdemos a capacidade de perceber o outro lado. Claro que o que aconteceu foi terrível e é muito mais fácil pormo-nos do lado da vítima. Mas devemos interrogar-nos que tipo de sofrimento estavam a passar estas duas jovens para chegarem ao ponto de descarregar assim noutro jovem”, afirma Augusto Carreira, director do Serviço de Pedopsiquiatria do Hospital Dona Estefânia.
A propósito da notícia de agressões numa escola da Figueira da Foz
(Nota da autora do blog: foi eliminada a imagem que acompanhava a notícia, porque creio que nenhuma vantagem existe na veiculação da imagem, nem dos agressores, nem da vítima, havendo até prejuízo nessa veiculação, tanto para uns como para outros).


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